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23 de setembro de 2019

DEPOIS DO CHEIRO DE CLORO, O CHEIRO DO TRI

Photo: Steve Sherman

Oito das 11 etapas do circuito já ficaram para trás. Ítalo Ferreira venceu na Gold Coast; John John em Bells; Kanoa Igarashi em Keramas; John Florence em Margaret River; Filipe Toledo em Saquarema; Gabriel Medina em J-Bay, Owen Wright em Teahupo’o e Gabriel Medina novamente em Lemoore. Com seis vencedores diferentes, essa corrida pelo título de 2019 promete ser acirrada até a última onda, mas não duvidem que o Gabriel Medina possa resolver essa antes mesmo de chegar no Hawaii.

Depois de assistir duas etapas em ondas poderosas, desafiadoras e selvagens (J-Bay e Teahupo’o), assistimos um campeonato em um tanque de ondas artificiais. Para uns foi o clímax e o anticlímax do circuito, para outros uma novidade interessantíssima de se assistir. Uns pedem o fim da etapa, outros querem ver mais piscinas no tour. Os dois primeiros dias de competição deixaram bem claro que o evento é tedioso. O último dia deixou claro que o campeonato não é tedioso ou lá tão previsível. Se a etapa continua no tour? Existem rumores, teorias e apostas. 


Leia a matéria completa direto na Revista Hardcore
https://hardcore.com.br/surf-talks-6-depois-da-piscina-cheiro-de-tri-mundial-no-ar/

6 de fevereiro de 2015

AIRWAVE – O primeiro reef artificial eco-friendly do mundo?


O australiano Troy Bottegal pode ter inventado o primeiro reef eco-friendly do mundo criado para gerar ondas surfáveis. Mesmo não sendo ele um cientista, seu projeto é simples, inovador e, se funcionar, promete ser a salvação de muito surfista mundo afora.

Leia a matéria completa aqui: 
http://surfonline.com.br/news/gerais/2015/02/airwave-o-primeiro-reef-artificial-eco-friendly-mundo/ 

11 de junho de 2013

Wave Garden 2.0



Um pouco maior, um pouco mais forte, muito mais divertida. O novo surf park da wavegarden está funcionando em San Sebastian, País Basco, e já conseguiu o elogio de muitos surfistas profissionais. Ok, muitos vão dizer que é no máximo um brinquedinho para um surf robotizado. E de certa forma é. Mas a Wavegarden conseguiu gerar uma onda de qualidade, com força suficiente para levar um surfista ao longo de sua extenção. E falando nisso, a onda do país basco é a onda artificial masi longa do mundo, e possibilita diversas manobras, em qualquer cidade, em qualquer dia, em qualquer horário, independente das condições do clima ou dos oceanos.

É uma revolução! Ainda não sabemos se do bem ou do mal, mas é uma revolução para o nosso esporte. Aproxima o surf de competições mais olimpicas e com baterias talvez mais justas, e o mais importante, leva o surf a cidades que ficam distantes do mar. se vão gerar mais crowd ou se vai dissipar o crowd, isso só o futuro dirá. Mas que um parque desses pode turbinar a carreira de moleques fissurados, não há dúvidas. Uma piscina dessas é a melhor escola de surf do mundo. Você sabe que suas ondas vão vir e sabe que vai poder treinar aquela manobra até acertar.

Taj Burrow, Adriana de Souza, Dane Reynolds, Gabriel Medina, Jeremy Flores, Miguel Pupo, Dusty Payne, Craig Anderson, Jadson Andre, Aritz Aranburu and Pauline Ado testaram a nova Wavegarden e aprovaram suas ondas.


Wave Garden 2013. Ainda é só um protótipo e não é aberta ao público, mas já mostrou que é possível sim a criação de um parque com ondas artificiais. A tecnologia está aí, só precisa ser viabilizada.


O Sr. José Manuel Odriozola, CEO da Wavegarden, disse:


"Estamos muito satisfeitos em poder revelar ao mundo do surf hoje nossa nova unidade de demonstração, que esperamos revolucionar a forma como as pessoas se envolvem em surf. "Historicamente, a participação no surf tem sido limitada devido ao fato de que ele é necessário para ser realizado em locais costeiros específicos, as horas do dia e é altamente dependente de inchar apropriado e as condições meteorológicas. Com o desenvolvimento da Wavegarden, agora temos a capacidade de fornecer uma autêntica experiência de surf em qualquer local capaz de situar uma lagoa. "


Para mais informações, acesse www.wavegarden.com/

5 de junho de 2013

Wave Garden 2.0


Cerca de 2 anos atrás, a Wave Garden anunciava o seu primeiro protótipo de sua piscina com ondas. Os vídeos de Jordy Smith, Gabriel Medina, Mick Fanning, Owen Wright e de diversos outros surfistas do circuito mundial surfando as minúsculas, mas perfeitas ondas da WAVE GARDEN se tornaram virais em toda a internet. 

No primeiro protótipo as ondas ainda eram pequenas demais e demoravam muito tempo para embalar e ganhar alguma força, mas o projeto era sem dúvidas, audacioso. E prometia revolucionar o mundo do surf, principalmente para aqueles moram longe do mar ou em locais de ondas muito inconsistentes.

Pois essa semana a Wave Garden anunciou seu novo protótipo, o Wave Garden 2.0. E promete mais uma vez atiçar a curiosidade de surfistas de toda parte do mundo.

O vídeo abaixo é um teaser e na único take do novo protótipo, já mostra ondas maiores, mais fortes e que possibilitam um número maior de manobras. Ainda não vimos o vídeo completo, mas já dá para ver que o projeto dos espanhóis ganhou uma boa turbinada. O vídeo traz também alguns depoimentos de Gabriel Medina, Dane Reynolds, Craig Anderson e de outros grandes nomes do surf mundial.

Na próxima segunda-feira, dia 10 de junho, será lançado o vídeo completo da Wave Garden 2.0.



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21 de novembro de 2011

Uma onda artificial com tecnologia 100% brasileira?

Por: Dadá Souza





Por mais incrível que possa parecer, essa notícia pode virar realidade em breve. A imagem acima, montada com uma sequência de fotos mostrando toda a trajetória de uma direita quebrando perfeita até o raso é um protótipo brasileiro, com tecnologia original e 100% nacional, de uma "piscina" com ondas. E o melhor, com fundo variável: você pode escolher se haverão esquerdas, direitas, ou esquerdas e direitas. É mole?

Criado e desenvolvido por um arquiteto-surfista (ou seria um surfista-arquiteto?) o projeto consiste em criar ondas artificiais de qualidade para a prática do surf. Batizado como Organic Wave, o projeto já apresenta resultados bem interessantes em seus estágios iniciais.

Na foto acima as ondas ainda são bem pequenas, mas vão melhorando de qualidade e aumentando de tamanho a cada novo protótipo executado. O objetivo é reproduzir esse projeto em escalas cada vez maiores até que essas ondas cheguem a até 6 ou 8 pés. O sistema permite ainda que diversos tipos de fundo e de bancadas sejam criados e testados, sempre mudando de maneira controlada as características da onda. O projeto é inovador pois se diferencia bastante da atuais ondas artificiais da atualidade. Sem dúvidas, um projeto interessante e apaixonante.

Há meses venho acompanhando as idéias, o trabalho e o entusiasmo desse obstinado arquiteto e ando otimista em relação a sua idéias. Espero que ele esteja no caminho certo. A idéia me pareceu revolucionária primeiro, porque não tem qualquer espécie de trilho arrastando as ondas e muito menos se trata de ondas "fechadeiras"; e depois, porque será possível ter diversas opções de fundo e de tipos de ondas. Segundo Guilherme Castro, inventor da engenhoca, talvez seja possível até reproduzir algumas bancadas mundialmente famosas. Tudo é uma questão de planejamento e de testes.

Uma onda de qualidade, sempre perfeita e constante representa o céu, o sonho de milhões de surfistas do Brasil e do mundo inteiro, que moram longe do mar ou em praias pouco favorecidas para a prática do surf. Pode significar inclusive, uma grande mudança no cenário competitivo e no futuro do esporte competição. O surf pode ir para a televisão e para as Olimpíadas. Sem falar no potencial para proporcionar uma nova grande explosão na indústria do surf.

Mas enquanto o sonho não vira realidade, ficamos na torcida para que esse projeto encontre um investidor honesto e visionário, que permita que as coisas aconteçam mais rapidamente. E que esses Surf Camps possam ser uma realidade em muitas e muitas cidades desse Brasil. Uma coisa não se discute, a idéia é boa e o mercado é, de fato, milionário.

E você aí, já imaginou encontrar um lugar em que as ondas estejam sempre de 4 a 6 pés, sempre perfeitas e sempre disponíveis para você? Quem sabe esse dia não esteja um pouquinho mais próximo?

Aloha!

18 de novembro de 2010

Será esse o futuro do surf?

OPINE, CRITIQUE, DEFENDA, COMENTE!
Queremos saber a sua opinião.

KELLY SLATER WAVE COMPANY

Aos 38 anos de idade, depois de bater todos os recordes da ASP e de vencer seu 10° TÍTULO MUNDIAL DE SURF PROFISSIONAL, parece que Slater está mesmo pendurando a lycra de competição da ASP e vai curtir a sua aposentadoria do tour de e deixar, de uma vez por todas, de ser a pedra no sapato dos outros competidores.

Mas Slater não vai ficar no sofá com os pés pra cima. Kelly vai continuar pegando muita onda boa, sem dúvida. E vai se dedicar a alguns projetos bem especiais. Slater é novo demais para se aposentar. E parece que o careca ainda vai investir muito do seu tempo e dinheiro em alguns desses projetos.

O Julio Adler já havia afirmado que a grande questão não era se Kelly Slater seria o campeão do mundo, a questão era o quê ele faria depois de conquistar o décimo título mundial. A resposta, ou pelo menos uma parte dessa resposta, está na Kelly Slater Wave Company, um parque temático com uma onda perfeita e sem fim. Loucura? Nem tanto, os projetos já estão em andamento e, em breve, teremos o primeiro protótipo. O projeto é uma parceria entre Kelly Slater, Bob McKnight, chefe executivo da Quiksilver e mais algumas pessoas e promete revolucionar o surf moderno.

O conceito do projeto é a criação de uma piscina de ondas circular, desenhada e projetada pela Kelly Slater Wave Company, que proporcionará uma onda perfeita e sem fim, que pode ser montada em qualquer local. O tamanho e a freqüência das ondas poderão ser controlados e ajustados das ondas menores e mais fracas para as famílias e iniciantes até ondas tubulares, overhead com qualidade mundial para os atletas de ponta do tour. A piscina permite ainda que o fluxo seja revertido e os surfistas poderão escolher se preferem esquerdas ou direitas.

Além de ser uma onda sem precedentes na história, esse Surf Park oferecerá aos atletas profissionais a possibilidade de treinos específicos e funcionais, onde poderão repetir a mesma monobra quantas vezes for necessário, além de permitir que competições de alto nível sejam realizadas no parque de ondas do Kelly.

Slater já falava sobre as piscinas a algum tempo, quando dizia que talves teríamos piscinas boas o suficiente para realizarmos competições, e que o melhor surfista do mundo poderia sair de qualquer região do planeta, se tivesse chances de treinar numa piscina dessas.

Recentemente Slater deu uma entrevista a ESPN e ao Caio Salles e tocou nesse assunto das piscinas com onda.

Palavras de Kelly Slater:

“We need to make wave pools good enough to compete in, and by this summer we’ll have them. I’m working on building the best wave pool of all time. Six of us are part of a company, which we’re calling Kelly Slater Wave Company. My manager, Bob McKnight from Quiksilver, and a full-time wave scientist who works out of our office in Culver City are also part of it. We’ve been working on this for more than three years, and we’re building our test model in L.A. as we speak. Once we have the technology, we can potentially build these pools all over the world. I’m already thinking ahead, beyond pools, to how we can create a wave-generating system and sink it into lakes, as long as it doesn’t screw up the environment. Eventually, I’d love to see a Tour that incorporates a couple of stops on these waves.

If we had a wave pool that produced a good enough wave for all the guys, and you could just repeat things over and over and over again and get so good at everything. That’s one way we could have an enclosed area and really have performance surfing



Essa tecnologia a que Kelly se refere, chamada de Surf the Ring, criada por Kevin Roberts, promete ser diferente e tem um real potencial para impactar o surf competição como nunca antes foi possível, colocando o surf nas olimpíadas e permitindo que algumas etapas da ASP sejam realizadas em ondas artificiais.




SURF THE RING




www.webberwavepools.com


O SURF NA TV E NAS OLIMPÍADAS

Há muitos anos se fala e se deseja que o surf se torne um esporte olímpico e mais sério, com espaço na tv e um volume de investimentos maior para o esporte como um todo. Muito e há muito se fala sobre isso. Mas o que é sonho para muitos, é o um pesadelo para tantos outros, pois o mesmo dinheiro que vai colocar o surf em evidência, é o que vai tirar a sua verdadeira essência. Para muitos, esse assunto era como aquela história de vender a alma para o diabo.

Na sua essência, o surf é um esporte livre por natureza e que envolve somente as ondas, o surfista e a sua prancha. Um esporte quase hippie onde todos nós, surfistas, somos obrigados a entrar em contato com a sintonia das ondas universais. Os ventos, as marés e as ondulações, juntos, fazem com que algumas praias, reefs, points ou lages de pedra, criem ondas perfeitas (ou no mínimo razoáveis) para a prática do surf. É sempre a natureza quem manda. E com a entrada do surf na TV ou nas Olimpíadas, nosso esporte perderia a sua alma e daria poder de decisão na mão de pessoas que nunca surfaram e que nunca viveram o surf.

Para melhorar a audiência e para se adaptar a regras olímpicas seríamos obrigados a mexer no conceito, na estrutura e nos moldes do esporte e de sua estrutura competitiva.

Já possuímos alguns exemplos de baterias que, esperando o OK do Sportv (que apresentava os comentários de um jogo de volley que já havia acontecido uma semana antes), perderam o momento. Explico, enquanto todos ficaram esperando pelo sinal da TV, o vento entrou, estragou as ondas e deixou o mar sem ondas e com forte vento maral. Acabou com o surf, a exibição na tela ficou horrível e os atletas piraram. Deu tudo errado.

Certa vez, em um almoço com o Edinho Leite e com o Bira Schauffer em Porto Alegre durante o Congressurf, comentávamos sobre a mídia, e ambos foram enfáticos sobre isso: “o surf já tem a sua tv: a internet”. E realmente, pensando em mostrar ao mundo as ondas e as competições internacionais, o surf rapidamente se moldou a internet, que se transformou numa TV poderosa e com seu foco e público-alvo 100% ajustado. E sinceramente, eu penso que o surf não precisa da frieza competitiva dos esportes olímpicos e nem da mega-popularidade da tb averta. O surf é aventura, é desafio, estilo de vida, arte e um esporte livre.

Mas estes são conceitos antigos e o projeto do Kelly Slater, com a força da Quiksilver por trás, mostra que esse caminho até as olimpíadas e a TV pode funcionar sim, e muito bem. Todos queremos respeito aos nossos atletas, reconhecimento do surf como um esporte profissional, e mais projeção na mídia para atrair mais investimentos. E é justamente aí, que as piscinas com onda caem como uma luva, com ondas sempre perfeitas, controláveis, que quebram perfeitas o dia todo, que não dependem de swell ou do vento. É o sonho de qualquer surfista, organizador de evento ou patrocinador.

Desta maneira o surf pode sim ir para a TV e para as olimpíadas sem perder a sua essência. Tudo vai mudar, com toda certeza. Mas será no surf de piscina. Não no surf do mar. Esse, justamente por toda aventura e sintonia com as ondas cósmicas e naturais do mundo, é que fazem do surf um esporte especial.

As piscinas virão, e a tecnologia pode alavancar o surf para o patamar de esporte olímpico, rico e respeitado, com grana e visibilidade para os atletas.

Gostem ou não, esse parece um dos caminhos para o futuro do surf competição.


AS PISCINAS COM ONDA QUE JÁ EXISTEM

Hoje temos diversas piscinas com onda funcionando do mundo. Algumas só para banhistas, e algumas com ondas boas e bem surfáveis. No geral, são projetos muito caros e com um custo de construção e manutenção altíssimo. Mas já são uma realidade.

OCEAN DOME – JAPÃO


SUNWAY LAGOON – MALASIA


SIAM PARK – TENERIFE


TYPHOON LAGOON – DISNEY


VALLEY OF WAVES, SUN CITY, SOUTH AFRICA


FLOWRIDES



ALGUNS PROJETOS INTERESSANTES

Existem muitos projetos e idéias criativas tentando produzir ondas artificiais de qualidade. Segue aqui alguns desses projetos que estão na web.


www.webberwavepools.com


http://www.liquidevolution.com



Por: Dadá Souza

3 de maio de 2010

O fundo artificial da Índia. O sonho de muita cidade costeira.

Essa semana foi bastante divulgada na internet e no Twitter a notícia de um fundo artificial na Índia, formando uma onda de qualidade e um criadouro de peixes e de diversas espécies marinhas.

Sob o ponto de vista do turismo, uma onda de qualidade pode gerar lucros de milhões de dólares para diversas cidades costeiras, que passam a entrar no roteiro de milhares de surfistas do mundo todo. Sem falar nos grandes eventos e na mídia toda que gera uma onda de nível internacional atrai.

Em algumas regiões do Brasil, nossas praias recebem grandes ondulações com uma certa constância, só que não tem um fundo que proporcione a formação de boas ondas para a prática do surf. Normalmente entra uma ressaca e as ondas fecham inteiras na praia. Com um fundo artificial, essas mesmas cidades podem receber turistas do mundo todo, que virão atrás dessa onda. A cada vídeo, cada evento, cada matéria na tv, mais e mais pessoas virão atrás dessa onda, modificando o fluxo de turismo e melhorando a economia dessas cidades, como já aconteceu com várias surf citys mundo afora como Jeffrey's Bay (África do Sul), Bali (Indonesia), Sydney (Austrália), San Diego (USA) e tantas outras mundo afora, que cresceram e se desenvolveram por causa do turismo e da especulaçào imobiliária gerada pelo surf.

Em um trabalho conjunto entre o Governo da Índia e a ASR Ltda, foi criado o primeiro reef artificial daquele país.

A índia nos mostrou que dá certo. Só resta saber se nossos políticos e prefeituras tenham essa visão turística de longo prazo. A solução para a economia de cidades costerias? Tá aqui, nos vídeos abaixo:

India's First Multi-Purpose Reef Goes Off from ASR Limited on Vimeo.


Multi-Purpose Reef Animation from ASR Limited on Vimeo.


Making Waves from ASR Limited on Vimeo.

8 de setembro de 2009

QUERO UMA DESSAS NA MINHA CIDADE!

Sempre fui contra as coisas muito artificiais. O que é natural é natural e não tem conversa. Mas como eu queria uma dessas... Não tem dia de flat, não tem crowd (o público dentro d'água é controlado) e o mais legal, você pode controlar o tamanho das ondas, se vai ter mais esquerdas ou mais direitas e até o tamanho dos tubos. Oooooooo la em casa..